Sint Maarten/Saint Martin, uma pequena ilha do Caribe dividida entre a Holanda e a França

Com cerca de 90 km2 de área, esta pequena ilha do Caribe é o menor espaço de terra no mundo divido entre duas nações: Holanda e França. Esta última possui a maior parte do território (pouco mais de 50 km2, ao norte da ilha), mas tanto o lado holandês quanto o francês possuem cenários deslumbrantes.

mullet bay

São mais de 30 praias e, ao percorrer a ilha, nem notamos o que pertence a quem. Especialmente porque a língua mais falada é o inglês, aonde quer que você esteja, e o dólar é a moeda mais comum.

Apenas um pequeno obelisco marca fisicamente a separação entre os dois países.

st martin

A escrita e a pronúncia do nome da ilha também variam: Sint Maarten (pronuncia-se “Sant Mártin”) é como é escrito em neerlandês e Saint Martin (“San Martã”) em francês. Para nós, brasileiros, vale o simpático nome de São Martinho.

Apesar de pequena, é em Sint Maarten (lado holandês) que se encontra o segundo aeroporto mais movimentado do Caribe e talvez o mais famoso do mundo pelas incríveis aterrissagens, praticamente raspando nas areias da praia de Maho Bay.

maho bay

St. Maarten/St. Martin é também ponto de partida para outras ilhas paradisíacas, como Anguilla e a badalada Saint-Barthélemy ou simplesmente St. Barth, reduto dos ricos e famosos.

Além de ser parada obrigatória de praticamente todos os navios cruzeiros que circulam pelo Caribe. Durante os sete dias em que estivemos na ilha, pelo menos dois navios atracavam por dia em Philipsburg, a capital do lado holandês.

st martin

Dicas básicas

Carro – Alugar um carro é indispensável. Não há como fugir dessa necessidade. O transporte coletivo é praticamente inexistente e os táxis tornariam a viagem pelo menos duas vezes mais cara.

Como todo mundo anda de carro, o trânsito se torna intenso em alguns horários, especialmente em Simpson Bay, ao lado do aeroporto internacional Princess Juliana, onde existem duas pontes levadiças que se abrem a qualquer momento para passagem de embarcações, parando todo o trânsito da região.

Estacionar nas praias é tranquilo e sempre gratuito. Apenas em Philipsburg, a capital do lado holandês, tivemos que pagar para estacionar próximo do centro.

Alimentação – Prepare-se para comer muito bem mas também gastar muito! A comida é incrível, super caprichada e saborosa. Porém, um prato de comida individual custa em média 20 dólares. Ou seja, para duas pessoas, uma refeição não sai por menos de 50 dólares. Encontramos opções mais baratas apenas em Philipsburg, no calçadão à beira-mar que concentra um grande número de restaurantes e onde a cerveja pode ser comprada a 2 dólares!

Hospedagem – Por ser uma ilha com muita coisa para se fazer, praticamente não existem resorts all inclusive e nem valeria a pena se hospedar em um deles. Há opções de hotel para todos os tipos de bolso e em todas as partes da ilha. Nós nos hospedamos em Simpson Bay e gostamos muito, por estar muito próximo ao aeroporto e a Philipsburg e por estar cercado de restaurantes e mercados.

Cadeiras e guarda-sol – As praias mais badaladas possuem excelente infraestrutura. Para alugar duas espreguiçadeiras e um guarda-sol, prepare-se para desembolsar de 15 a 25 dólares.

anse marcel

Bate-volta – Tiramos dois dias para conhecer Anguilla e St. Barth e valeram cada centavo gasto (e olha que foi caro!). Anguilla está a 20 minutos de barco e St. Barth a 40 minutos, o que torna totalmente possível fazer um passeio de um dia nessas ilhas. Mais detalhes nos próximos posts.

Custo médio diário – Depende sempre do tipo de viajante que você é. Nós viajamos em 3 (casal e um filho de 1 ano e 11 meses) e gastamos em média 150 dólares por dia em refeições, aluguel de cadeiras e guarda-sol, passeios e compras básicas no mercado.

Febre amarela – Apesar de ninguém ter pedido em nenhum momento, levamos o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela e recomendamos que sempre o levem, pois é obrigatório.

Moeda – Nem pense em trocar o seu dinheiro por outra moeda que não seja o dólar. O dólar é aceito em todos os lugares. No lado francês, o euro é a moeda oficial mas a conta já vem com a conversão para o dólar e em alguns lugares o euro e o dólar valem o mesmo.

Clima – Fomos em fevereiro e as temperaturas mínimas eram de 24 graus e as máximas de 28 graus. Pegamos alguns dias de nublado, mas com o sol sempre aparecendo em vários momentos. Chegou a chover em alguns dias, mas chuvas super rápidas, que passavam em questão de minutos. Não vá de junho a novembro, temporada de furacões.

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