Château de Chenonceau – Vale do Loire

Castelo de Chenonceau
Château de Chenonceau

O belíssimo Castelo de Chenonceau é o mais visitado do Vale do Loire. Conhecido como o Castelo das Sete Damas, Chenonceau teve lugar de destaque na história da monarquia francesa. Foi o castelo preferido da rainha Catarina de Médicis, que após a morte do marido, Henrique II, expulsou a famosa Diane de Poitiers, a amante a quem o rei havia dado o Castelo.

Castelo de Chenonceau
Vista dos aposentos de Diane de Poitiers

Diane é considerada a verdadeira dama de Chenonceau. Foi ela quem mandou construir a ponte arcada que ligou o castelo à outra margem do rio Cher. Catarina de Médicis contribuiu construindo um grande salão sobre a ponte de Diane, conhecido como a Grande Galeria, onde aconteciam as grandiosas festas que atraíam toda a nobreza. Esta ponte foi utilizada na Segunda Guerra Mundial como rota de fuga da zona ocupada pelos nazistas para a zona livre de Vichy e também foi fundamental para a sobrevivência do Castelo durante a Revolução Francesa, já que era a única ponte da região.

Antes de Diana de Poitiers (1499-1566), a grande dama de Chenonceau havia sido Catherine Briçonnet, esposa do ministro das Finanças de Carlos VIII, Luís XII e Francisco I, chamado Thomas Bohier. Após a morte de Catarina de Médicis (1519-1589), o castelo passou para a sua nora, Luísa de Lorena (1553-1601), esposa de Henrique III, que viveu em luto grande parte da sua vida.

Em 1624, Chenonceau passou para as mãos de outra amante, Gabrielle d´Estrées, a favorita de Henrique IV. Em 1720, o Castelo foi vendido para um rico proprietário rural, cuja esposa Louise Dupin (1706-1799) resgatou um pouco da glória de Chenonceau, trazendo visitantes como Voltaire e Montesquieu, líderes do Iluminismo. A última grande dama de Chenonceau foi Simone Menier (1903-1972), cuja família possui a propriedade do Castelo até hoje.

Aposentos de Diane de Poitiers
Quadro de Catarina de Médicis no quarto de Diane de Poitiers

A visita guiada a Chenonceau é rica em detalhes. Ficamos sabendo, por exemplo, que o Castelo possui uma das primeiras escadas em linha reta da França. Também é curiosa a decoração do quarto de Diane de Poitiers, que traz as iniciais dos nomes de Henrique e Catarine entrelaçados, formando a letra D de Diane. No quarto que foi da amante, hoje está um quadro de Catarina de Médicis.

O passeio pelos jardins de Chenonceau fecha a visita com chave de ouro. São dois jardins principais, um construído por Diane e outro por Catarina.

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